Iniciando a sessão do dia 24/8, no momento de aprovação da ata do dia 24/6, a
conselheira Cláudia disse que ouviu o áudio da reunião e tinha várias coisas
para acrescentar. Algumas falas estão muito resumidas e outras estão na
íntegra. Disse que desistiu de propor alterações por conta da diferença e questionou
qual o critério para o registro na ata.
Leda, secretária dos Conselhos,
disse que quando manda as atas, o conselheiros podem propor alterações.
Elaine fez proposta de
encaminhamento de, já que estamos avançados na aprovação das atas, que adiemos
para a próxima reunião esta aprovação e que a conselheira Cláudia envie suas
contribuições.
O Reitor colocou o caso da
conselheira Elizabeth, que não poderia vir porque um exame da filha foi
cancelado, mas pôde, em função de desmarcação do laboratório. O conselheiro
Carlos Turque, suplente de Elizabeth, estava presente e, como abriu mão de
outros compromissos, disse que gostaria de participar da sessão.
O conselheiro William propôs que
os dois tivessem voz e apenas um votasse.
O conselheiro Carlos disse que
recebeu a convocação para esta reunião e se preparou para a reunião. Disse que como
é um ponto que não está especificado no estatuto e no regimento, não causaria
polêmica.
Foi votado e o que ganhou foi o
suplente preencher a vaga nesta sessão. A conselheira Elizabeth teve a voz
aprovada.
O conselheiro Marcelo fez questão
de ordem para acrescentar questão sobre isso no Estatuto.
A conselheira Elaine propôs mexer
no ponto no Regimento, o que foi consenso.
A ata do dia 16/07 foi aprovada
por consenso.
Iniciados os informes, o
conselheiro William Carvalho disse que solicitou que na última reunião
recebesse informações sobre o que aconteceu naquele dia na Reitoria, pois
gostaria de ser informado sobre o que de fato ocorreu e por que o menino foi agredido.
Disse que gostaria de ouvir da Reitoria.
O Reitor disse que estava em SP
na reunião do CONIF e recebeu informe de Marcelos (Caldeira, seu substituto na
sessão) in totum. Falou o que há de
concreto, segundo ele. Trata-se de um candidato a uma das vagas, classificado
além das vagas oferecidas para aluno, cuja documentação está na PROOEN. Disse
que há uma portaria que nos dá segurança de nos proteger. Disse que há 2
recepcionistas e um vigilante patrimonial. Este tem a tarefa de verificar quem
adentra o local. Disse que o candidato tentou entrar e foi impedido. Ao ser
impedido entrou em luta física com o vigilante. Algumas pessoas entraram na
confusão. Alguém chamou a polícia para resolver o problema. Na sua concepção o
vigilante cumpriu a obrigação de não permitir quem não se identificava de
entrar no prédio. Disse que sua função era de zelar pelo patrimônio desta
portaria.
A conselheira Luciana se
inscreveu para dar informe.
Neila pediu informe sobre a implantação
da rede wifi nos campi, para a próxima sessão.
A conselheira Luciana leu a carta
que escreveu. Disse que detesta injustiça e hipocrisia e que esta escola é uma
instituição de ensino e não vai aceitar esta acusação infundada contra ela. O documento lido está aqui: https://drive.google.com/file/d/0B8f423wJlH3CSDhmZmhTQU15WWM/view?usp=sharing
O conselheiro William propôs não
discutir o tema e pautar em reunião futura.
Passou-se à discussão do estatuto, conforme registros publicados neste blog em 01/09.
Passou-se à discussão do estatuto, conforme registros publicados neste blog em 01/09.
Nenhum comentário:
Postar um comentário