domingo, 16 de março de 2014

Reunião de 13 de março


Às 14h 38 min, com a presença de Marcelo Rocha, Miguel Villardi, José Mauro, Elaine, a minha, as de Mônica Carvalho, Antônio Lopes, William Carvalho, Ana Lúcia Sênos, Daisy Oliveira, Rosânia Richa, Leonardo Brito, Elizabeth Dutra, Luciana Zanetti, Flávio Nehrer e do Reitor, iniciou-se a 33ª reunião extraordinária do Consup. O Reitor apresentou (e leu) sua proposta em resposta à solicitação da Professora Elena (de Realengo, 1º segmento), de que houvesse substituição para os professores que cursam capacitação no exterior no período de julho. Leu a ordem de serviço que indica à chefia de departamento que busque viabilizar a substituição. Outra questão foi a apresentada por Glória Tonácio (de Realengo, 1º segmento), para a qual determinou (sem dar detalhes) que a chefe de departamento zele pelo cumprimento da decisão tomada em Colegiado, em relação à designação de coordenadores dos campi I, a partir de 2015. Segundo o Reitor, a Chefe de departamento explicou a ele os motivos pelos quais a decisão não foi seguida. Disse, ainda, que ligou ontem para Brasília e agradeceu a Elaine (Barbosa) por isso, afirmando que a falta de professores se deve ao fato de o Mec não ter publicado a portaria liberando códigos de vaga. Disse que à noite recebeu uma ligação informando que a portaria havia subido para o gabinete do Ministro. Disse que se for citado novamente pelo Boechat, indicará que o mesmo faça contato com o Mec. Declarou ter visto ontem uma publicação no facebook de um político tentando imputar ao Reitor uma decisão que a Reitoria poderá ou não tomar. Disse que há propósito eleitoreiro para ser patrono da causa ( a incorporação do Colégio Newton Braga ao Colégio Pedro II). Disse que só se manifestará ao Mec em relação ao assunto.  Informou, ainda, que ligou para a Senhora Alice Gomes para realizar o processo de consulta para a direção geral para o Campus Duque de Caxias, que tem poucos servidores e será um processo tranquilo, indicando a manutenção da comissão eleitoral anterior. William pediu a palavra e disse que este assunto (referente ao Colégio Newton Braga) ainda não havia sido oficializado e que soube pelo Reitor, concordando com a incorporação desde que ela venha acompanhada de infraestrutura necessária, do número de servidores, das verbas etc. Disse que no Sinasefe foi questionado, numa reunião no Pará, sobre este assunto. Afirmou não ter nada a opor desde que venha acompanhada de orçamento, servidores etc. Elaine pediu a palavra e falou que hoje não tem tanta certeza de que a comunidade escolar deseja uma ampliação. O desde que (as condições) tem que ser oficialmente protocolado. Hoje não sabe dizer se os docentes da escola são favoráveis a isso e esta decisão não será apenas uma decisão da Reitoria. Falei de vários pontos, concordando com William e Elaine e levantei a importância de mantermos o cuidado com a estrutura da reunião: com o tempo destinado a informes, com a discussão que precisamos fazer e com vários pontos de pauta, que desapareceram de nossa agenda, como a discussão sobra as vagas para filhos de servidores, a eleição dos estudantes e de outros membros que faltam ao CONSUP e a conclusão da revisão do estatuto, com a participação da comunidade escolar. Sugeri uma audiência pública para concluir esta revisão. Luciana concordou com Elaine sobre a necessidade de que haja estrutura na ampliação do Colégio, lembrando o que aconteceu com os Pedrinhos na época de criação de Realengo I, com enorme falta de professores. Disse que a discussão na rede social foi por parte dos pais, preocupados em função da infraestrutura. Mônica perguntou se o reitor se manifestará publicamente sobre o assunto. Ele disse que não responderá. William disse que fez-se uma tentativa de criação do fato. O Reitor iniciou a discussão dos pontos pauta após William apresentar a proposta de inverter os pontos. O segundo ponto passou a primeiro. Para discussão do Regimento, William fez uma proposta de criarmos um GT, uma comissão que organizaria um calendário de discussões nos campi, incorporando a proposta da audiência pública sobre o estatuto, feita por mim.  Elaine disse ser louvável a discussão dos pontos, mas o que preocupa é formarmos uma comissão com relevância imensa sem representação de alunos. Não quer atrasar os trabalhos, gostaria que já estivesse adiantado. Propôs começarmos com uma comissão provisória a que se somarão os estudantes, pelo menos um. Perguntou com que bases foi feito o documento base para discussão do Regimento e por quem foi elaborado. Oscar disse que leu 16 regimentos de diferentes ifes e traduziu o que hoje praticamos, sem compromisso de inserir ou retirar, mas apenas realçando o que compete à Pró-reitora de Administração. William propôs eleger a comissão e ela elaborará o miolo do calendário, excluindo os alunos apenas do trabalho sobre o calendário. A comissão divulgaria a proposta aos campi, às entidades, colocaria num link da página do Colégio e todos sugeririam. Propôs esticar o prazo final para maio. Quantas audiências públicas serão encaixadas no calendário também deve ser decisão da comissão, segundo ele. Sugeriu que a comissão organize as eleições dos estudantes, num prazo de duas ou 3 semanas. Luciana concordou com Elaine em relação aos estudantes. Perguntou se o Estatuto não teria que ser alterado antes do Regimento. É necessário uma eleição emergencial para os Suplentes. Sugeriu uma composição de 8 pessoas para a Comissão, duas de cada segmento. William sugeriu primeiro a discussão do Estatuto e depois o Regimento. Lembrou que a proposta da comissão é organizar o debate na Comunidade Escolar. Elaine propôs não amarrar por segmento a participação na comissão, mas em se tratando dos estudantes, defendeu sua participação. Indicou uma comissão com número ímpar, 5, com a representação dos estudantes (um deles). Eleição num prazo máx[N1] [N2] imo de 3 semanas. Em relação ao item 1, RSC, Oscar disse que há um dispositivo legal sendo debatido e surgiu para os reitores no seio do CONIF, sendo lá 42 ifes ligadas ao ensino técnico e apenas nós ao ensino básico. O primeiro documento veio sem oportunidade para que nossos docentes fossem contemplados. O texto retornou facultando a cada IFE adequá-la. Oscar sugeriu que Elaine fizesse uso da palavra. Elaine disse que esta prerrogativa (RSC) foi colocada numa negociação de carreira feita em 2012, para a pontuação, adequando-o à realidade de formação dos docentes. Há problemas, sendo o principal, que os itens não parecem incluir nossos docentes. A tendência é que elas tendam às escolas técnicas e não às propedêuticas. Será formada uma comissão com membros internos e externos para avaliar, junto à CPPD. Disse que nós todos temos este dever, assim como associações, sindicatos, etc. para fazer propostas. No final nós é que devemos bater o martelo sobre eles.  Precisamos fechar este documento o quanto antes. A minuta elaborada recentemente está mais interessante que a do Diário Oficial. Lembrou que a ADCPII tem um GT sobre o RSC, mas quem decidirá é o CONSUP. William disse que se o governo tivesse urgência não deixaria passar um ano, pois este já era pra estar implantado desde o ano passado. Disse que o SINASEFE compõe o conselho Permanente com apenas 3 pessoas, formado por muitas outras ligadas ao Mec e uma representante do Colégio que não foi eleita. Nós vamos resolver um texto do CPII, mas este deve passar pelo crivo do Conselho Permanente. Não considera possível chegar sequer à RT de mestre, que dirá de doutor. O reitor disse que alguns critérios foram revistos para que professores mais antigos fossem contemplados, afirmou William, mas na verdade esse RSC está sendo jogado agora para coibir a greve. Mesmo aquilo que devemos construir poderá ser deixado de lado depois que a categoria fizer a discussão. Oscar disse que há condição de normatizarmos internamente a pontuação. Relembrei a conjuntura de surgimento deste dispositivo (RSC), num movimento de greve em que cobrávamos reestruturação de nossa carreira (docente). Lembrei que nossa carreira tem enormes distorções, já que docentes em final de carreira (sem doutorado) recebem menos que novos professores, em função das gratificações sem percentuais fixos (dentre outros pontos). Reafirmei que continuaremos lutando pela reestruturação da carreira, mas não podemos deixar de nos posicionar em relação ao RSC: há muitos docentes esperando esta gratificação para se aposentarem. Fiz a proposta de que delegássemos à CPPD a elaboração da proposta e  a aprovássemos no CONSUP. Elaine disse que hoje há uma distorção enorme e que tendo 22 anos de trabalho no Colégio, se um professor com doutorado entrar hoje, ganhará muito mais do que ela. Sugeriu que lêssemos a minuta e verificássemos que o docente pode pontuar em qualquer dos ítens. Deve-se fazer pelo menos 50% dos pontos totais, podendo ser 25% nos itens para a RT desejada e os demais nos outros itens. Miguel disse que tem muitos anos no CPII e não teve facilidade para obter o RSC, por conta de ter abandonado um curso em função de ocupar cargo de direção. Foi aprovada, por consenso, a proposta de a CPPD elaborar a minuta, no prazo de um mês. Passando ao terceiro ponto de pauta, o Reitor disse não ter neste momento a previsão de gastos. Disse ter uma proposta aos Conselheiros, de que os campi SC I, II e III  e Engenho Novo II tenham obras. Disse estar indo a SCI sempre por conta de problemas com ar, cheiro de mofo, o que é pernicioso para as vias respiratórias. Disse que SCII tem salas sem janela. William diz que lamenta muito o desempenho das empresas terceirizadas, o que gera dificuldades para melhorar a parte elétrica e outras. Gostaria de discutir os serviços terceirizados. Houve breve discussão. Falei da previsão orçamentária detalhada, necessária para discutirmos. Sugeri que se fizesse o detalhamento e discutíssemos numa próxima reunião daqui a uma semana ou quinze dias. Foi perguntado por alguém se discutiríamos apenas a parte de custeio do orçamento. Willliam sugeriu que façamos a discussão política de todo o orçamento. Elaine lembrou que o Conselho é responsável pela destinação dos recursos e não apenas a Reitoria. Luciana lembrou que Oscar disse que os contratos foram todos renovados e deve ter havido acordo. Lembrou dos contratos das cantinas. Propôs auditar os contratos. Lembrou da previsão orçamentária de 2.5 milhões para assistência aos estudantes que precisamos definir o que fazer. Flávio disse que cabe ao Consup hierarquizar os gastos, já que a reitoria disse que trará a previsão numa próxima reunião. Leonardo destacou a necessidade de caminharmos na direção da descentralização burocrático/administrativa/financeira. Lembra que cabe ao Consup discutir as prioridades. Foi aprovado que a Comissão será organizada para propor ao orçamento. Marcelo disse que está procurando levantar prioridades dos diferentes campi, visitando-os. Luciana reclamou do não atendimento de propostas anteriores, como de auditoria, citando William.  Este pediu para responder à fala dizendo que há necessidade de pautar o debate. O Reitor disse que inserirá este ponto em debate, após algumas falas exaltadas de alguns conselheiros. A comissão que acompanhará a discussão do regimento, do estatuto e organizará a eleição dos estudantes será composta por mim, William, Elaine e Luciana. Próxima reunião:  indicada para segunda, 17/3,  9h.


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